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Entenda por que estabelecimentos investem cada vez mais em garçons vendedores

Por que estabelecimentos investem cada vez mais em “garçons vendedores”

Quem está à frente de um estabelecimento de alimentação fora do lar certamente já sentiu a diferença de contar com uma equipe de garçons e atendentes eficiente. Ao mesmo tempo, já sofreu com a falta de mão de obra especializada na hora da contratação. É essa a razão que faz especialistas defenderem que treinar sua mão de obra não deve mais ser motivo de reflexão, mas prerrogativa do estabelecimento comercial. “Bom atendimento não é opção, é uma questão de sobrevivência”, afirma Rafael Lessa, consultor do grupo Garçom Vendedor, consultoria que presta serviço de treinamento de equipes para estabelecimentos de alimentação fora do lar.

De olho na necessidade do mercado para atender um consumidor cada vez mais exigente, e, sobretudo em virtude do atual cenário econômico, muitos estabelecimentos estão buscando a qualificação como diferenciação para melhorar a experiência do cliente. Nesse cenário, a cultura de “garçons vendedores” tem sido cada vez mais inserida no dia a dia.

Quem entende do assunto afirma que, ao mesmo tempo em que o atendimento influencia a escolha do cliente por determinado local, garçons que conhecem e oferecem os produtos do estabelecimento em que trabalham vendem 30% a mais do que aqueles que “simplesmente tiram pedidos”.

Vendendo experiência

“O bom garçom deve vender satisfação/experiência, e não somente os itens mais caros do cardápio”, reforça o professor do curso de capacitação de garçons e atendentes do Centro Universitário Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) em Águas de São Pedro (SP), Carlos Wagner Jorge.

Esse treinamento, porém não é fácil, segundo Jorge. E o maior desafio para manter a equipe trabalhando no estabelecimento e alcançando resultados é a motivação. Nesse momento, o papel do líder e a organização são essenciais. “Muitas vezes, encontramos profissionais de alto potencial, mas com pouco treinamento e desenvolvimento”, comenta Lessa.

Aí então fica a dica para você, gestor, se a sua dúvida é qualificar para reter x qualificar para perder, os especialistas têm uma boa justificativa para convencê-lo a mudar de ideia: “mesmo com o risco existente de o profissional trocar de local de trabalho em curto espaço de tempo, o treinamento constante custa menos do que a perda de clientes por culpa de um atendimento que deixou a desejar. ”

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