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3 tendências para o mercado de alimentação fora do lar

Segundo dados o Instituto Foodservice Brasil, há uma expectativa de crescimento de 7,7% do mercado de alimentação fora do lar para este ano. Mesmo com a crise, o mercado food service passa por mudanças e isso se deve a ascensão da classe C, a consolidação da mulher no mercado de trabalho, a dificuldade da mobilidade urbana e o crescimento da população solteira.

Esses fatores combinam com a presença cada vez menor das domésticas nos lares, o aumento do consumo de alimentos prontos e a demanda urgente do consumidor.

Confira agora três tendências que podem ser facilmente adaptadas em seu estabelecimento de alimentação fora do lar e que vão te ajudar a elevar a qualidade e melhorar o faturamento.

1: Conveniência e praticidade

De acordo com o diretor de projetos Gabriel Couto, a tendência para restaurantes e bares bem-sucedidos e eficientes, principalmente para quem está iniciando no ramo de alimentação fora do lar, é a modelagem de operações enxutas, desde o tamanho do ponto, do cardápio, da variedades de itens e da mão de obra.

“Operações menores são mais fáceis de administrar, tem investimento inicial e custos fixos menores, e demandam menor capital de giro para manter os custos variáveis. Além disso, casas pequenas e médias lotam mais facilmente, aumentando as chances de casa cheia, filas e consequentemente maior interesse da clientela”, afirma.

Segundo ele, é importante exercitar e formatar os principais processos da casa. Antes de abrir a empresa, durante – e para sempre – procure otimizar os processos operacionais e de gestão.

2: Tecnologia é parceira para ter sucesso

A presença de equipamentos como fornos combinados e centrais de auto cocção garantem padrão e agilidade nos mais diversos tipos de cozinhas.

Produções tradicionalmente executadas em fogão, forno convencional ou fritadeiras podem ser produzidas em ambientes menores e com menos mão de obra. Tais equipamentos possuem ação combinada de calor seco, úmido, vapor, ventilação e são configurados eletronicamente para operar de maneira única de acordo com cada tipo de preparo (tempo, temperatura, ventilação).

Terminais de autoatendimento também conferem agilidade e eficiência de pessoas, pois elimina a necessidade de atendente para registro e lançamento de pedidos.

3: Mais conforto para o consumidor

Outra tendência é que muitos estabelecimentos adotam sistemas de carregadores de celulares e outros aparelhos. São estações, cabines que os clientes podem deixar seus aparelhos carregando enquanto consomem. Dependendo do conceito do estabelecimento, do lugar, da proposta, do perfil dos clientes, pode ser uma boa conveniência.

Os investimentos de aquisição desses tipos de equipamentos são altos no início, especialmente aqueles que não operam em modalidade comodato, porém eles se pagam ao longo do tempo, devido a economia de recursos a médio e longo prazo. Portanto, você que é proprietário de restaurante deve considerar a aquisição desses equipamentos de acordo com sua possibilidade de investimento inicial.

 
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